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Foi o melhor presidente que esse país já teve.
Uma pessoa que de verdade amava o seu país.
Eu sou apaixonado pelo povo americano, pela política americana,
pelo país que era os Estados Unidos.
Um cara que se sacrificava de domingo a domingo.
Ô, a gente veio fazer o teu churrasco, né, cara?
70% vai pegar o vinho, não tem conta.
Alguém que parava no meio da rua e vinha um brasileiro com um determinado problema.
Bolsonaro, bate o príncipe de arroz, por favor.
Não vai amar isso.
Passa aí pra comprar uma Venezuela.
Um cara extremamente inteligente.
Você usou alguma coisa pra queimar isso aqui?
Eu não tinha que fazer o que, tia.
Serra, gente?
Eu não tinha que fazer o que, tia.
E que as pessoas hoje olham pra trás e reconhecem.
E foi um baita do governo.
Três anos depois da primeira morte causada pela Covid no país,
hoje chegamos à marca de 700 mil mortos pela doença.
Ô, cara, quem fala de eu não sou coveiro.
Não sou coveiro.
E qual foi uma das marcas desse governo?
Foi exatamente a montar um time bom.
Roberto Alvim foi demitido depois da repercussão negativa
de um vídeo publicado pela Secretaria de Cultura.
O agora ex-secretário usou frases de um discurso do ministro da propaganda do regime nazista,
Joseph Goebbels.
Pessoas sempre muito qualificadas, que entendiam daquela pasta que eles estavam tocando.
O presidente Bolsonaro disse que o general Pazuello vai ser o titular do Ministério da Saúde
por muito tempo.
Eduardo Pazuello, que não é formado em medicina,
assumiu a pasta depois da saída de Nelson Teich.
E os resultados apareciam.
O Brasil volta a ultrapassar 4 mil mortos pela Covid-19 em apenas um único dia.
Então, quando olha para Flávio Bolsonaro,
qual é a memória que traz?
Pô, eu já sei.
Eu estou levando essa caixinha para casa e não vou sofrer surpresa.
Eu estou levando essa caixinha para casa e não vou sofrer surpresa.
Eu estou levando essa caixinha para casa e não vou sofrer surpresa.